Tenho sede... ah... tenho sede...
Tenho sede de justiça,
Tenho sede de paz,
Quero meus direitos garantidos!
E a todos... direitos iguais!
Tenho sede... ah... tenho sede...
Tenho sede de amor,
De compreensão e respeito.
Quero ter o direito
De ao menos ir ao meu banheiro!
Tenho sede... ah... tenho sede ...
Querem minhas forças tirar
Vêm com "esponjas de vinagre",
desculpas imbecis a enganar-me.
Eu preciso despertar! Despertar-vos-ei!
Meu sangue lateja...
A água esvai-se...
Sou ridicularizado por eles...
A desidratação vem...
Mas "o pulso ainda pulsa"!
Tenho sede... ah... tenho sede...
Quero ir, quero vir,
Mas aprisiona-me o sistema
pelo qual estou "pregado"!
Pai! Pai! Perdoa-lhes!!!
"Eles não sabem o que fazem!"
Tenho sede... ah... tenho sede...
Preciso respirar... preciso respirar...
Contar de um até dez...
A ignorância política me deixa assim!
Hummm... ah...
respirar...
mas seco está o ar...
"Sententa vezes sete..."
"Cê tenta?"
Tenho sede... como tenho sede!
Vejo-os baratas!
Não os da lança,
Nem os da venda!
Mas os filhos de SAN e AGO!
São filhos muito amados
Não posso dar-lhes o gosto das sandálias.
Tenho sede... amigo! Tenho sede...